Interested in Cryptocurrency?
Visit best CoinMarketCap alternative. Real time updates, cryptocurrency price prediction...

Elis Regina lyrics

De Mar

Original and similar lyrics
É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é um caco de vidro, é a vida, é o sol é a noite, é a morte, é um laço, é o anzol é peroba do campo, é o nó da madeira caingá, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira é o mistério profundo é o queira ou não queira é o vento ventando, é o fim da ladeira é a viga, é o vão, festa da cumeeira é a chuva chovendo, é conversa ribeira das águas de março, é o fim da canseira é o pé, é o chão, é a marcha estradeira passarinho na mão, pedra de atiradeira Uma ave no céu, uma ave no chão é um regato, é uma fonte é um pedaço de pão é o fundo do poço, é o fim do caminho no rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego é uma ponta, é um ponto é um pingo pingando é uma conta, é um conto é um peixe, é um gesto é uma prata brilhando é a luz da manhã, é o tijolo chegando é a lenha, é o dia, é o fim da picada é a garrafa de cana, o estilhaço na estrada é o projeto da casa, é o corpo na cama é o carro enguiçado, é a lama, é a lama é um passo, é uma ponte é um sapo, é uma rã é um resto de mato, na luz da manhã são as águas de março fechando o verão é a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é uma cobra, é um pau, é João, é José é um espinho na mão, é um corte no pé são as águas de março fechando o verão é a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é um passo, é uma ponte é um sapo, é uma rã é um belo horizonte, é uma febre terçã são as águas de março fechando o verão é a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho resto de toco, pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho, resto de toco, pouco sozinho.

M De Trabalho

LEGIAO URBANA
Letra: Renato Russo Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá Sem trabalho eu não sou nada Não tenho dignidade Não sinto o meu valor Não tenho identidade Mas o que eu tenho É só um emprego E um salário miserável Eu tenho o meu ofício Que me cansa de verdade Tem gente que não tem nada E outros que tem mais do que precisam Tem gente que não quer saber de trabalhar E quando chega o fim do dia Eu só penso em descançar E voltar prá casa pros teus braços Quem sabe esquecer um pouco De todo o meu cansaço Nossa vida não é boa E nem podemos reclamar Sei que existe injustiça Eu sei o que acontece Tenho medo da polícia Eu sei o que acontece Se você não segue as ordens Se você não obedece E não suporta o sofrimento Está condenado a miséria Mas isso eu não aceito Eu sei o que acontece Mas isso eu não aceito Eu sei o que acontece E quando chega o fim do dia Eu só penso em descançar E voltar prá casa pros teus braços Quem sabe esquecer um pouco Do pouco que não temos Quem sabe esquecer um pouco De tudo que não sabemos

M Urbana 2

LEGIAO URBANA
Letra: Renato Russo Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá Sem trabalho eu não sou nada Não tenho dignidade Não sinto o meu valor Não tenho identidade Mas o que eu tenho É só um emprego E um salário miserável Eu tenho o meu ofício Que me cansa de verdade Tem gente que não tem nada E outros que tem mais do que precisam Tem gente que não quer saber de trabalhar E quando chega o fim do dia Eu só penso em descançar E voltar prá casa pros teus braços Quem sabe esquecer um pouco De todo o meu cansaço Nossa vida não é boa E nem podemos reclamar Sei que existe injustiça Eu sei o que acontece Tenho medo da polícia Eu sei o que acontece Se você não segue as ordens Se você não obedece E não suporta o sofrimento Está condenado a miséria Mas isso eu não aceito Eu sei o que acontece Mas isso eu não aceito Eu sei o que acontece E quando chega o fim do dia Eu só penso em descançar E voltar prá casa pros teus braços Quem sabe esquecer um pouco Do pouco que não temos Quem sabe esquecer um pouco De tudo que não sabemos

Cara A Cara

Buarque Chico
(Chico Buarque, 1969) Tenho um peito de lata E um nó de gravata No coração Tenho uma vida sensata Sem emoção Tenho uma pressa danada Não paro pra nada Não presto atenção Nos versos desta canção Inútil Tira a pedra do caminho Serve mais um vinho Bota vento no moinho Bota pra correr Bota força nessa coisa Que se a coisa pára A gente fica cara a cara Cara a cara cara a cara Bota lenha na fornalha Põe fogo na palha Bota fogo na batalha Bota pra ferver Bota força nessa coisa Que se a coisa pára A gente fica cara a cara Cara a cara cara a cara Tenho um metro quadrado Um olho vidrado E a televisão Tenho um sorriso comprado A prestação Tenho uma pressa danada Não paro pra nada Não presto atenção Nas cordas desse violão Inútil Tira a pedra do caminho (etc.) Tenho o passo marcado O rumo traçado sem discussão Tenho um encontro marcado Com a solidão Tenho uma pressa danada Não moro do lado Não me chamo João Não gosto nem digo que não É inútil Tira a pedra do caminho (etc.) Vou correndo, vou-me embora Faço um bota-fora Pega um lenço agita e chora Cumpre o seu dever Bota força nessa coisa Que se a coisa pára A gente fica cara a cara Cara a cara, cara a cara Com o que não quer ver André Velloso - Rio de Janeiro, Brazil

Constru

Buarque Chico
(Chico Buarque, 1969) Tenho um peito de lata E um nó de gravata No coração Tenho uma vida sensata Sem emoção Tenho uma pressa danada Não paro pra nada Não presto atenção Nos versos desta canção Inútil Tira a pedra do caminho Serve mais um vinho Bota vento no moinho Bota pra correr Bota força nessa coisa Que se a coisa pára A gente fica cara a cara Cara a cara cara a cara Bota lenha na fornalha Põe fogo na palha Bota fogo na batalha Bota pra ferver Bota força nessa coisa Que se a coisa pára A gente fica cara a cara Cara a cara cara a cara Tenho um metro quadrado Um olho vidrado E a televisão Tenho um sorriso comprado A prestação Tenho uma pressa danada Não paro pra nada Não presto atenção Nas cordas desse violão Inútil Tira a pedra do caminho (etc.) Tenho o passo marcado O rumo traçado sem discussão Tenho um encontro marcado Com a solidão Tenho uma pressa danada Não moro do lado Não me chamo João Não gosto nem digo que não É inútil Tira a pedra do caminho (etc.) Vou correndo, vou-me embora Faço um bota-fora Pega um lenço agita e chora Cumpre o seu dever Bota força nessa coisa Que se a coisa pára A gente fica cara a cara Cara a cara, cara a cara Com o que não quer ver André Velloso - Rio de Janeiro, Brazil

Morena Proibida

JORGE & MATEUS "Ao Vivo Em Goiânia"
Por causa de um par de olhos Negros de amedrontar Acho que a felicidade, Violeiro foi buscar Que até a sua viola não Parou mais de tocar No peito desse caboclo Felicidade é pouco Dá pra ver no seu cantar Por uma linda morena Violeiro apaixonou Aquela flor de açucena Coração enfeitiçou Mal sabia violeiro Da família que ela vinha De pai rico endinheirado Cem mil cabeças de gado Era pouco pra que o tinha O pai daquela morena Tinha fama de ser duro E disse que o violeiro Na vida não tem futuro Com ela não tem namoro, Foi esse o seu recado Só Deus sabe o que sentia Violeiro magoado Violeiro foi embora Chegou na grande cidade No ponteio da viola Sobrou oportunidade De gravar aquela história Que falava de um amor Nas paradas de sucesso Violeiro estorou Depois de milhões de cópias E a conta já garantida Voltou naquela fazenda Da morena proibida Comprou a propriedade E disse ao fazendeiro Agora eu caso com ela Se o problema for dinheiro

Was it funny? Share it with friends!