Xutos E Pontap lyrics

Minha Casinha

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As saudades que eu já tinha Da minha alegre casinha Tão modesta quanto eu Meu Deus como é bom morar Num modesto primeiro andar A contar vindo do céu As saudades que eu já tinha Da minha alegre casinha Tão modesta quanto eu Meu Deus como é bom morar Num modesto primeiro andar A contar vindo do céu Do céu (repeat 3x)

Geração Bem Aventurada

ALINE BARROS "Extraordinário Amor De Deus"
Eu faço parte de uma geração Que busca, clama e se arrepende Que adora ao Senhor Que busca santidade E vive as promessas de um Deus fiel Eu quero receber das mãos do meu Senhor Minha parte, a minha coroa Eu faço tudo que for preciso para ser Bem-aventurado pelo meu Senhor Bem-aventurados são Os que buscam o Teu Reino Que têm fome e têm sede de justiça Esses então receberão O que Deus tem prometido Uma herança que deixou para os seus filhos Bem aventurados são Os misericordiosos e de coração humilde, manso e puro Eles serão como farol Como torre bem erguida A cidade edificada sobre o monte Eu tenho fome Eu tenho sede de Deus

Primeiro Beijo

Rui Veloso
Recebi o teu bilhete para ir ter ao jardim a tua caixa de segredos queres abri-la para mim e tu nao vais fraquejar ninguem vai saber de nada juro nao me vou gabar a minha boca e sagrada estar mesmo atras de ti ver-te da minha carteira sei de cor o teu cabelo sei o shampoo a que cheira ja nao como, ja nao durmo e eu caia se te minto havera gente informada se e amor isto que sinto Quero o meu primeiro beijo nao quero ficar impune e dizer-te cara a cara muito mais e o que nos une que aquilo que nos separa Promete la outro encontro foi tao fugaz que nem deu para ver como era o fogo que a tua boca prometeu pensava que a tua lingua sabia a flor do jasmim sabe a chicla de mentol e eu gosto dela assim! Quero o meu primeiro beijo nao quero ficar impune e dizer-te cara a cara muito mais e o que nos une que aquilo que nos separa! x2

Vamos Fazer Um Filme

LEGIAO URBANA
Achei um 3x4 teu e não quis acreditar Que tinha sido a tanto tempo atrás Um exemple de bonadade e respeito Do que o verdadeiro Amor é capaz. A minha escla não tem personagem A minha escola tem gente de veradade Alguém falou do fim do mundo, O fim-do-mundo ja passou Vamos começar de novo: - Um por todos, todos por um. - O sistema é maus, mas minha turma é legal Viver é foda, morrer é difícil Te ver é uma necessidade Vamos fazer um filme. E hoje em dia, como é que se diz: - Eu te amo. ? Sem essa de que: - Estou sozinho. Somos muito mais que isso Somos pingüim, somos golfinho Homem sereia e beija-flor Leão, leoa e leão-marinho Eu preciso e quero ter carinho, liberdade e respeito Chega de opressão: Quero viver minha vida em paz. Quero um milhão de amigos Quero irmãos e irmãs Deve de ser cisma minha Mas a única manaira ainda De imaginar a minha vida É ve-la como um musical doas anos trinta E no meio de uma depressão Te ver e ter bondade e fanatasia E hoje em dia, como é que se diz: - Eu te amo. ? Vamos fazer um filme Eu te amo Eu te amo Eu te amo música e letra: Renato Russo

Gota D

Buarque Chico
(Garoto - Vinícius de Moraes - Chico Buarque, 1969) Tem certos dias Em que eu penso em minha gente E sinto assim Todo o meu peito se apertar Porque parece Que acontece de repente Feito um desejo de eu viver Sem me notar Igual a como Quando eu passo no subúrbio Eu muito bem Vindo de trem de algum lugar E aí me dá Como uma inveja dessa gente Que vai em frente Sem nem ter com quem contar São casas simples Com cadeiras na calçada E na fachada Escrito em cima que é um lar Pela varanda Flores tristes e baldias Como a alegria Que não tem onde encostar E aí me dá uma tristeza No meu peito Feito um despeito De eu não ter como lutar E eu que não creio Peço a Deus por minha gente É gente humilde Que vontade de chorar André Velloso - Rio de Janeiro, Brazil

Depois Do Come

LEGIAO URBANA
(Renato Russo) Vamos deixar as janelas abertas Deixar o equilíbrio ir embora Cair como um saxofone na calçada Amarra um fio de cobre no pescoço Acender um intervalo pelo filtro Usar um extintor como lençol Jogar pólo-aquático na cama Ficar deslizando pelo teto Da nossa casa cega e medieval Cantar canções em línguas estranhas Retalhar as cortinas desarmadas Com a faca surda que a fé sujou Desarmar os brinquedos indecentes E a indecência pura dos retratos no salão Vamos beber livros e mastigar tapetes Catar pontas de cigarros nas paredes Abrir a geladeira e deixar o vento sair Cuspir um dia qualquer no futuro De quem já desapareceu Deus, Deus, somos todos ateus Vamos cortar os cabelos do príncipe E entregá-los a um deus plebeu E depois do começo que vier vai começar a ser o fim

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