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LEGIAO URBANA lyrics

Giz

Original and similar lyrics
E mesmo sem te ver Acho até que estou indo bem Só apareco, por assim dizer, Quando convém Aparecer ou quando quero. Desenho toda a calçada Acaba o giz, tem tijolo de construção Eu rabsico o sol que a chuva apagou Quero quye saibas que me lembro Queria até que pudesses me ver És parte ainda do que me faz forte E, pra ser honesto, Só um pouquinho infeliz Mas tudo bem Tudo bem Tudo bem Lá vem lá vem lá vem De novo: Acho que estou gostando de alguém E é de ti que não me esquecerei. música: Dado Villa-Lobos, Renato Russo, Marcelo Bonfá letra: Renato Russo

Gata

Blando Deborah
Vem que eu tô doida pra pirar te amar, me jogar aos seus pés eu sou completamente viciada em te olhar tua mais ardente voyer Quando chego em casa me embirago no teu beijo dentro da pele o ardor vêm me afaga a nuca sabe me deixar maluca teu toque me enfeitiçou Nesse sonho eu sou o sonhador Dessa paixão desenfreada Não dá pra evitar o teu calor quero o prazer da tua alma Vem que eu tô pronta para aprontar e rolar viajar em você eu sou inconsequüente ao teu olhar que me dá a sede de te sorver Quando o teu corpo reencontra o meu corpo tudo se encaixa tão bem chama a minha boca fica em mim, me deixa louca me leva além do além Nesse sonho eu sou o sonhador Dessa paixão desesperada não dá para evitar o teu calor Quero o prazer da tua alma pra me dominar só com amor Porque eu sou Gata Malcriada Vem para libertar de qualquer dor quero o prazer da tua alma Quando eu chego em casa me embriago no teu beijo Dentro da pele o ardor chama a minha boca fica em mim, me deixa louca teu toque me enfeitiçou !

Os Ndios Da Meia Praia

Afonso Zeca
* Aldeia da Meia-Praia Ali mesmo ao pé de Lagos Vou fazer-te uma cantiga Da melhor que sei e faço De Monte-Gordo vieram Alguns por seu próprio pé Um chegou de bicicleta Outro foi de marcha a ré Houve até quem estendesse A mão a mãe caridade Para comprar um bilhete De paragem para a cidade Oh mar que tanto forcejas Pescador de peixe ingrato Trabalhaste noite e dia Para ganhares um pataco Quando os teus olhos tropeçam No voo duma gaivota Em vez de peixe vê peças De ouro caindo na lota Quem aqui vier morar Não traga mesa nem cama Com sete palmos de terra Se constrói uma cabana Uma cabana de colmo E viva a comunidade Quando a gente está unida Tudo se faz de vontade Tudo se faz de vontade Mas não chega a nossa voz Só do mar tem o proveito Quem se aproveita de nós Tu trabalhas todo o ano Na lota deixam-te mudo Chupam-te até ao tutano Chupam-te o couro cab'ludo Quem dera que a gente tenha De Agostinho a valentia Para alimentar a sanha De esganar a burguesia Diz o amigo no aperto Pouco ganho, muita léria Hei-de fazer uma casa Feita de pau e de pedra Adeus disse a Monte-Gordo (Nada o prende ao mal passado) Mas nada o prende ao presente Se só ele é o enganado Foram ficando ficando Quando um dia um cidadão Não sei nem como nem quando Veio à baila a habitação Mas quem tem calos no rabo - E isto não é segredo - É sempre desconfiado Põe-se atrás do arvoredo Oito mil horas contadas Laboraram a preceito Até que veio o primeiro Documento autenticado Veio um cheque pelo correio E alguns pedreiros amigos Disse o pescador consigo Só quem trabalha é honrado Quem aqui vier morar Não traga mesa nem cama Com sete palmos de terra Se constrói uma cabana Eram mulheres e crianças Cada um c'o seu tijolo Isto aqui era uma orquestra Quem diz o contrário é tolo E toda a gente interessada Colabarou a preceito - Vamos trabalhar a eito Dizia a rapaziada Não basta pregar um prego Para ter um bairro novo Só unidos venceremos Reza um ditado do Povo E se a má lingua não cessa Eu daqui vivo não saia Pois nada apaga a nobreza Dos índios da Meia-Praia Quem vê na praia o turista Para jogar na roleta Vestir a casaca preta Do malfrão ** capitalista Foi sempre a tua figura Tubarão de mil aparas Deixar tudo à dependura Quando na presa reparas Das eleições acabadas Do resultado previsto Saiu o que tendes visto Muitas obras embargadas Mas não por vontade própria Porque a luta continua Pois é dele a sua história E o povo saiu à rua Mandadores de alta finança Fazem tudo andar pra trás Dizem que o mundo só anda Tendo à frente um capataz E toca de papelada No vaivém dos ministérios Mas hão-de fugir aos berros Inda a banda vai na estrada Eram mulheres e crianças Cada um c'o seu tijolo Isto aqui era uma orquestra Quem diz o contrário é tolo * Texto e musica para o filme: Índios da Meia Praia, realizado por Cunha Teles. A versão do disco não inclui todas as quadras. ** Palavra algarvia que significa dinheiro.

Parte Do Seu Mundo

Disney
Hoje eu tenho uma porção De coisas lindas nesta colecção Posso dizer que eu sou alguém que tem quase tudo... O meu tesouro é tão precioso Tudo o que eu tenho é maravilhoso Por isso eu posso dizer...Sim... Tenho quase tudo Essas coisas humanas são uteis mas pra mim são bonitas demais para o povo do mar são inuteis Mas para mim ainda é pouco Quero mais... Eu quero estar onde o povo está Eu quero ver um homem dançando e passeando em seus... Como eles chamam?... Ahh, pés!! Com barbatanas não se vai longe, tem que ter pernas para ir andando ou pra passear lá na... Como é que eles chamam? ...rua... Durante a noite Durante o dia Lá eles andam com alegria Tudo eu faria Eu so queria Ser desse mundo O que eu daria pela magia de ser humana eu pagaria por um só dia poder viver Com aquela gente conviver e ficar fora dessas aguas Eu desejo, eu aumejo este prazer Eu quero saber o que eles sabem Fazer perguntas ouvir respostas o que é o fogo? o que é queimar? Será que eu posso ver? Quero saber, quero morar Naquele mundo cheio de ar Quero viver Não quero ser....mais deste mar........

Tatuagem

Buarque Chico
(Chico Buarque - Ruy Guerra, 1973) Quero ficar no teu corpo feito tatuagem Que é pra te dar coragem Pra seguir viagem Quando a noite vem E também pra me perpetuar em tua escrava Que você pega, esfrega, nega Mas não lava Quero brincar no teu corpo feito bailarina Que logo se alucina Salta e te ilumina Quando a noite vem E nos músculos exaustos do teu braço Repousar frouxa, murcha, farta Morta de cansaço Quero pesar feito cruz nas tuas coisas Que te retalha em postas Mas no fundo gostas Quando a noite vem Quer ser a cicatriz risonha e corrosiva Marcada a frio, a ferro e fogo Em carne viva Corações de mãe Arpões, sereias e serpentes Que te rabiscam o corpo todo Mas não sentes André Velloso - Rio de Janeiro, Brazil

Siririca Baby

Banda Das Velhas Virgens
Musica por: Paulo Carvalho A vida toda atrás do vidro fumê De capacete e luvas escuras As duas rodas fazem todos tremer Pelo perigo marginal da aventura Não tem ninguém que possa me vencer E se eu morrer ninguém vai lamentar Estou na moto e sinto o sangue ferver Estou na moto e tenho que acelerar Não tem curva ou reta que eu não possa dobrar Não tem moto ou carro que eu não possa ralar Família e segurança, joguei tudo pro alto Todos tremem por onde quer que eu passe: Selvagem do asfalto Eu moro onde nada pode viver Nesta corrida contra o gesto parado O desafio de brincar com o destino E rir da sorte a cada final fechado Não tente rastrear o louco zunido Ensandecido pelo corpo marcado Não tem sentido contar as cicatrizes Estou partindo, a morte corre ao meu lado Não tem sol nem chuva, só fumaça no ar O couro rude e negro é o que me faz levitar Grana e garotas, joguei tudo pro alto E todos me conhecem por Selvagem... Selvagem do asfalto Estou correndo com as sombras da noite E meu instinto é que me faz desviar Num vôo cego, de faróis apagados Não tenho amigos nem lugar pra parar A cada chuva eu sei que sinto mais frio A vida escorre entre os dedos e acaba Estou no meio desse ferro contorcido Em qualquer canto abandonado na estrada O corpo morto espera pelo fim sem sentir E nem sequer vontade de tentar resistir Família e segurança, eu joguei tudo pro alto Mas nunca vou deixar de ser Selvagem... Sent by Carlos André Branco

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