CRISTIANO ARAUJO lyrics - Ao Vivo Em Goiânia

Resgate

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Não dá mais, não dá mais pra continuar Minha paz só volta quando eu te encontrar E bate forte essa vontade quando eu te vejo Não mando mais nos meus instintos Nem nos meus desejos Não quero abrir meus olhos e não, E não te enxergar Eu tô pedindo o seu resgate Vem meu bem me salvar Seu beijo me acalma, sem ele eu perco o ar Eu tô pedindo o seu resgate, Aquele boca a boca Essa paixão tão louca, que eu volto a respirar Não dá mais, não dá mais pra continuar Minha paz só volta quando eu te encontrar E bate forte essa vontade quando eu te vejo Não mando mais nos meus instintos Nem nos meus desejos Não quero abrir meus olhos e não, E não te enxergar Eu tô pedindo o seu resgate Vem meu bem me salvar Seu beijo me acalma, sem ele eu perco o ar Eu tô pedindo o seu resgate, Aquele boca a boca Essa paixão tão louca, que eu volto a respirar [2x] Que eu volto a respirar

Infinito Desejo

Bethania Maria
Ah! Infinito delirio chamado desejo Essa fome de afagos e beijos Essa sede incessante de amor Ah! Essa luta de corpos suados Ardentes e apaixonados Gemendo na ansia De tanto se dar Ah! De repente o tempo estanca Na dor do prazer que explode E a vida, e a vida, e a vida E e dem mais E esse teu rosta sorrindo Espelho do meu no vulcao da alegria Te amo, te quero meu bem Nao me deixe jamais E eu sinto a menina brotando Da coisa linda que e ser tao mulher O santa madura inocencia O quanto foi bom e pra sempre sera E o que mais importa E manter essa chama ate quando eu nao mais puder E a mim nao me importa nem mesmo Se deus nao quiser Infinito Desejo by Maria Bethania from her record Personalidade

Diga L Cora

Gonzaguinha
(Luiz Gonzaga Jr.) São coisas dessa vida tão cigana Caminhos como as linhas dessa mão Vontade de chegar e olha eu chegando E vem essa cigarra no meu peito Já querendo ir cantar noutro lugar Diga lá, meu coração Da alegria de rever essa menina E abraçá-la, e beijá-la Diga lá, meu coração Conte as histórias das pessoas Das estradas dessa vida Chore essa saudade estrangulada Fale, sem você não há mais nada Olhe bem nos olhos da morena E veja lá no fundo a luz daquele sol de primavera Durma qual criança no seu colo Sinta o cheiro forte do teu solo Passe a mão nos seus cabelos negros Diga um verso bem bonito e de novo vá embora Diga lá, meu coração Que ela está dentro e bem guardada E que é preciso mais que nunca Prosseguir André Velloso - Rio de Janeiro, Brazil

L No Xepangara

Afonso Zeca
Lá no Xepangara Vai nascer menino Dentro da palhota Tem a seu destino Lá no Xepangara Fica muito bem Deitado na esteira Ao lado da mãe Há-de ter um nome Lá prò fim do ano Se morrer de fome Tapa-se com um pano Se tiver já corpo Rega-se com vinho Se não cair morto Chama-se menino Se tiver umbigo Corta-se à navalha Tira-se uma tripa Faz-se uma mortalha Pretinho de raça Sempre desconfia Se o musungo passa Diz muito bom dia Quando for mufana E já pedir pão Dá-se uma lambada Vem comer à mão Mais uma patada Vai-te embora cão Dá-se-lhe porrada Porque é mandrião Lá prò fim do ano Quando já for moço Guarda-se o tutano Fica pele e osso Quando já for homem Tira-se o retrato Come na cozinha Chama-se mainato Se mudar de vida Vai para o contrato No fundo da mina Fica mais barato Quando já for velho Chama-se tratante Dá-se-lhe aguardente Morre num instante

Os Enucos

Afonso Zeca
Os eunucos devoram-se a si mesmos Não mudam de uniforme, são venais E quando os mais são feitos em torresmos Defendem os tiranos contra os país Em tudo são verdugos mais ou menos No jardim dos harens os principais E quando os mais são feitos em torresmos Não matam os tiranos pedem mais Suportam toda a dor na calmaria Da olímpica visão dos samurais Havia um dona a mais na satrapia Mas foi lançado à cova dos chacais Em vénias malabares à luz do dia Lambuzam da saliva os maiorais E quando os mais são feitos em fatias Não matam os tiranos pedem mais

Cai A Noite

Capital Inicial
Cai a noite na cidade Vinda de lugar nenhum E o dia vai embora Indo pra lugar algum Não sentia fome Não sentia frio Sentado num canto De um quarto vazio Quando a chuva cai Nas noites mais solitárias Lembre-se que sempre... Sombras e pensamentos De um sonho só esperança Nas paredes ecoavam O silêncio e a lembrança Entre ruas desertas Ele está só de passagem Na vetigem e tontura Surgiam todo tipo de imagem Quando a chuva cai Nas noites mais solitárias Lembre-se que sempre Estarei aqui Se virou e alcançou o céu E a última estrela Nada deixava passar Tudo lembrava ela

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